domingo, 20 de novembro de 2011

o motivo desse escrito é um motivo idiota
eu não sei o q eu estou fazendo.
eu não quero nada especificamente.
não sei por que eu sigo esse caminho, eu não concordo mais com ele, mas continuo aqui.
levanto todas as manhãs e não tenho mais tesão de realizar nada. 
e nesse momento - e aqui a ironia vem e dá uma voadora na minha cara - é a epoca onde eu mais tou dando certo, como uma pessoa certa.
nunca fui direito, nunca segui o caminho normal, nunca.
Mas hj eu tou nele..nem sei como vim parar aqui...
não sei se foi a preocupação q os meus pais tinham de dar tudo errado pra mim...não sei se eu concordo com isso...mas eu tou aqui...e tudo está dando certo.
é incrivel.

minha vida cheia de arte ficou embaixo dos planos, e dos panos
meus quereres de pretenção absurda agora tem um patrocinador...e eu não sei o q querer nesse momento.



não sei.



quero sair daqui.

domingo, 3 de julho de 2011

força

amanhã é um novo dia babe.
todo dia...

domingo, 12 de junho de 2011

a parte fraca

perco a noite de sono porque me importo.

(e não se fala mais nisso)

domingo, 10 de abril de 2011

existe um bloqueio
a crise é real
dos 30 
da página em branco
e do papel manteiga sem risco.
me exigem o sangue e o suor
me deixam o q eu puder pegar
na hora q eu deixo de dormir
no lanche q eu deixo de fazer
tudo q me olha promete recompensa
mas de que adianta qualquer premio
com o coração todo aberto
de tanto deixar lasca pelo caminho
tudo que eu quero me atravessa
de tanto buraco q eu tenho
se só tenho valor inteiro
me acende então..
e me deixa queimar até o fim.


 

sábado, 12 de março de 2011

te deixo em paz...

(e tu me deixa?)

peso

anã branca
uma das formas mais densas da matéria
(pode chegar a 10.000 kg/cm3)

que nem a solidão.

.
.
.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

zombie

minha vida em um cigarro
nem em sonho fico em paz
cinco projetos pra analisar de longe
e aprender a fazer um meio-pau cultural 
q nunca vai existir.
onde vai dar essa correria eu não sei mais
cada hora me convence
de que o combustível do futuro 
é a incerteza que se renova 
cada vez q o galo canta de manhã.
.
.
.